//Links
- Amar-ela
- Banheiro Feminino
- Beat Bossa
- Blog Cidadão
- Blog do Juca
- Blog do Tas
- Blogol
- Blônicas
- Clarinha
- Conversa de Mulheres
- Do que as mulheres gostam
- Esdrúxula
- Esferogáfica Azul
- Hormônios femininos
- Idade da Pedra
- Minha vida e nada mais
- Mulé Burra
- Não abafe, desabafe!
- Psicólogo Neurótico
- Simpatia e Esculacho
- Tati Bernardi
- Terapia da Palavra
- Tudo que elas querem
- UOL - O melhor conteúdo
- 02 Neurônio
- Até onde vai?



//Votação

- Dê uma nota para o meu blog
- Indique este blog


//Contador

//Histórico

- 16/12/2007 a 22/12/2007

- 25/11/2007 a 01/12/2007

- 11/11/2007 a 17/11/2007

- 28/10/2007 a 03/11/2007

- 07/10/2007 a 13/10/2007

- 23/09/2007 a 29/09/2007

- 16/09/2007 a 22/09/2007

- 09/09/2007 a 15/09/2007

- 19/08/2007 a 25/08/2007

- 22/07/2007 a 28/07/2007

- 03/06/2007 a 09/06/2007

- 29/04/2007 a 05/05/2007

- 01/04/2007 a 07/04/2007

- 11/03/2007 a 17/03/2007

- 11/02/2007 a 17/02/2007

- 28/01/2007 a 03/02/2007

- 14/01/2007 a 20/01/2007

- 31/12/2006 a 06/01/2007

- 17/12/2006 a 23/12/2006

- 26/11/2006 a 02/12/2006

- 19/11/2006 a 25/11/2006

- 17/09/2006 a 23/09/2006

- 20/08/2006 a 26/08/2006

- 13/08/2006 a 19/08/2006

- 06/08/2006 a 12/08/2006

- 30/07/2006 a 05/08/2006

- 23/07/2006 a 29/07/2006

- 16/07/2006 a 22/07/2006

- 09/07/2006 a 15/07/2006

- 02/07/2006 a 08/07/2006

- 25/06/2006 a 01/07/2006

- 18/06/2006 a 24/06/2006

- 11/06/2006 a 17/06/2006

- 04/06/2006 a 10/06/2006

- 28/05/2006 a 03/06/2006

- 21/05/2006 a 27/05/2006

- 14/05/2006 a 20/05/2006

- 07/05/2006 a 13/05/2006

- 30/04/2006 a 06/05/2006

- 23/04/2006 a 29/04/2006

- 16/04/2006 a 22/04/2006

- 09/04/2006 a 15/04/2006

- 02/04/2006 a 08/04/2006

- 26/03/2006 a 01/04/2006

- 19/03/2006 a 25/03/2006

- 12/03/2006 a 18/03/2006

- 05/03/2006 a 11/03/2006

- 26/02/2006 a 04/03/2006

- 19/02/2006 a 25/02/2006

- 12/02/2006 a 18/02/2006

//Créditos




Sozinho*

 

Ele havia amanhecido sozinho pela primeira vez depois de tanto tempo. Era seu primeiro domingo sozinho. Por que justo num domingo? Domingo foi feito para se ver passar ao lado de alguém, em um colchão no meio da sala, pensava ele. E sentia um aperto no peito ao lembrar que não tinha com quem rir ao final da tarde, nem com quem dividir os últimos minutos da preguiça antes da segunda-feira.

Ele ainda não queria entender o porquê de ter sido deixado. Só conseguia sentir falta. Falta essa que jamais imaginou que fosse sentir. É, ela tinha razão, ele ia morrer de saudade quando ela o deixasse.

Sim, ele estava com saudade. Queria ter alguém ainda ao seu lado, pra dizer se a roupa estava boa, pra preparar o leitinho quente no frio do primeiro domingo de inverno.

Ele queria chamá-la de volta. Nem lembrava mais porque tinham brigado. Preferiu se conter. Não seria tão difícil assim procurar alguém que o fizesse esquecer da solidão que o afligia.

Mas se ao menos ela ligasse. Dissesse que “precisamos conversar”... Seria tudo tão mais fácil. “Ela sempre ligou. Será que ela não vai ligar desta vez?” “Ela pareceu mais séria ontem. Será que a perdi de vez?” pensava ele...

Ele estava se sentindo meio frágil, meio menino, não queria papo. Sim, estava triste, por que não dizer? Melhor esperar.

O telefone toca. Surge uma esperança. O coração parece pular. Alô, Alô... nenhuma resposta. Talvez não fosse ela, mas ele faz questão de pensar que era. É mais reconfortante.

A vontade que ele tinha era de encontrá-la e de dizer que apesar de tudo, ele a amava. E amava os defeitos dela. Tentava lutar contra eles, mas descobriu que esses defeitos o cativavam. Sim, já não sabia mais viver longe daquela que se fez tão perto, por tanto tempo.

Sim, sim, sim... ele se torturava pensando que ela já podia ter alguém por perto... Tão linda, tão doce, inteligente. Ele sempre fazia ela acreditar que não era tanto assim, mas para ele ela era sim, e só agora ele queria poder dizer isso a ela. Ele não podia se conformar em perdê-la.

Já não sabia mais o que fazer. Só restava fingir, fingir que estava tudo bem...

 

* Um amigo meu estava passando por uns problemas... e assim resolvi escrever com um eu-lírico masculino. As palavras são minhas. O sofrimento dele.



- Postado por: Aurélia às 14h39
[ ] [ envie esta mensagem ]






Parece que têm fases em que tudo fica mais complicado. Ao mesmo tempo em que eu me pergunto, até que ponto eu devo suportar, me indago até que ponto eu estou errada.

Estive a ponto de terminar tudo. E quando passou pela minha cabeça por um ponto final em tudo o que estava me machucando, me retraí, e percebi que não queria por um ponto final.

Não sei se é comodismo. Não sei é amor. Só sei que me vi chorando quando quase tudo foi pelos ares.

Por que será que as pessoas tem jeitos tão diferentes de amar? Eu sei que ele me ama, mas tem um jeito tão frio de amar. Um jeito tão racional de resolver as coisas. Uma forma tão seca de falar palavras ríspidas. Um modo tão prático de não gostar de datas comemorativas. Um modo tão rápido ao ser carinhoso.

Por outro lado, ele tem um cuidado de pai comigo. Uma paciência de professor. Uma forma clara de pensar. Um jeito ambicioso de sempre querer me ver vencer.

Não sei o que conta mais e o de menos. Sei que, exceto nesta semana, a vida é melhor com ele.

 

 

Salvem-meeeeeeeeeeee

 

Estava lendo um livro – ótimo – do Evandro Augusto Daolio “Ria da minha vida, antes que eu ria da sua” e ele “aconselha” a não adiantarmos a lua-de-mel, isto é, a não viajarmos a sós com o namorado por muito tempo.

Salvem-me, é verdade... Depois que chegamos de viagem, ainda não conseguimos nos entender... Está difícil. Parece que estamos nos insultando toda hora. As queixas bobas tornam-se mais graves. Um simples comentário, um bico, já vira um turbilhão.

Como superar esta fase?

Por que isso acontece?

 



- Postado por: Aurélia às 12h40
[ ] [ envie esta mensagem ]